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Investigador é afastado após disparo em oficina de Dourados

Ivanildo Lemes teve a prisão preventiva decretada e ficará afastado enquanto estiver preso; é a terceira suspensão em oito anos.

Investigador é afastado após disparo em oficina de Dourados

O investigador da Polícia Civil Ivanildo Lemes de Oliveira foi preso na tarde de 24 de setembro de 2026, no Distrito de Itahum, em Dourados, depois de ir armado a uma oficina mecânica, ingerir bebida alcoólica e disparar no chão, perto de trabalhadores. A prisão foi feita pela Polícia Militar.

Testemunhas chamaram os policiais, que encontraram o servidor alterado. A equipe apreendeu a arma funcional, uma pistola Glock G17 calibre 9 mm, com munições, e levou o investigador para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da cidade.

Durante o interrogatório, Ivanildo afirmou que o tiro aconteceu por acidente enquanto urinava nos fundos do estabelecimento. Os relatos de testemunhas, porém, apresentaram uma versão diferente sobre o episódio.

O investigador estava em licença médica psiquiátrica e já tinha uma determinação administrativa para entregar o armamento funcional. A medida não havia sido cumprida.

Ele foi autuado por disparo de arma de fogo e perturbação do trabalho ou do sossego alheios. O caso passou pelo Plantão Judiciário da Comarca de Dourados, que converteu a prisão em flagrante em preventiva.

Afastamento e histórico disciplinar

Nesta quinta-feira (1°), a Corregedoria-Geral da Polícia Civil publicou no Diário Oficial do Estado o afastamento compulsório do servidor durante o período em que estiver preso. A decisão determina o recolhimento da identificação funcional, da arma e de outros pertences do patrimônio público. Também suspende o acesso aos sistemas operacionais de segurança pública e eventuais férias programadas.

Essa é a terceira suspensão de Ivanildo em oito anos. Em 2023, ele foi afastado após ser preso por violência doméstica. Na época, estava lotado na Delegacia de Rio Brilhante e foi detido em Dourados no dia 8 de setembro com um revólver calibre 38 de numeração raspada.

Cinco anos antes, em 2018, o investigador havia sido preso e afastado pela Corregedoria-Geral por crimes previstos na Lei Maria da Penha. Naquele período, estava lotado na Delegacia de Costa Rica. O caso não teve detalhes informados.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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