DOURADOS — Cerca de 22 mil pessoas acompanharam o desfile cívico pelos 204 anos da Independência do Brasil, realizado nesta segunda-feira (7), em Dourados. O público enfrentou temperaturas de 12 graus durante a programação na Avenida Marcelino Pires.
O desfile reuniu 140 instituições e 8 mil participantes, número recorde em comparação com o ano anterior, quando 134 instituições participaram. Apesar disso, a quantidade de espectadores foi menor que a estimativa de 30 mil pessoas registrada em 2025.
A abertura oficial ocorreu na Praça Antônio João, com o hasteamento dos pavilhões ao lado da “Chama da Pátria” e a execução do Hino Nacional Brasileiro pela Banda do Exército. O prefeito Marçal Filho e o general de brigada Jorge Wilson da Silva Boabaid, comandante da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, deram início ao percurso em um carro de combate do Exército.
“Os governos passam, mas o país continua”, afirmou Marçal Filho durante a cerimônia. As comemorações deste ano tiveram como tema “Independência: seguimos cuidando com amor e construindo com trabalho”.
Participantes do desfile
A Escola Municipal Clarice Bastos Rosa, no Jardim Maracanã, foi a primeira instituição a passar pela avenida. Depois, desfilaram os Centros de Educação Infantil e outras escolas da Rede Municipal de Ensino.
Também participaram instituições de ensino, projetos culturais e esportivos, entidades e organizações da sociedade civil, clubes de motos e carros, além da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, do Corpo de Bombeiros, das polícias, da Guarda Municipal, da Agetran, da Defesa Civil e do Samu.
Grito dos Excluídos
O desfile terminou com o Grito dos Excluídos, organizado pelo Comitê de Defesa Popular. Em sua 32ª edição, o ato reuniu entidades sindicais e movimentos sociais e integrou a programação oficial.
A mobilização manteve o tema “Vida em Primeiro Lugar!” e adotou neste ano o lema “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”. A organização informou que o movimento surgiu durante a Semana Social Brasileira, promovida pela CNBB em 1993 e 1994.








