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Chuva intensa atinge Dourados e Naviraí durante alerta vermelho

Municípios do sul de Mato Grosso do Sul registraram até 20 milímetros de chuva, sem danos informados até o fim da noite.

Chuva intensa atinge Dourados e Naviraí durante alerta vermelho

Chuva forte atingiu Dourados e Naviraí, no sul de Mato Grosso do Sul, durante a noite desta sexta-feira (11). A precipitação veio acompanhada de muitas descargas elétricas e permanecia intensa até o fim da noite, enquanto as cidades estavam sob alerta vermelho do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Dourados, a Embrapa Agropecuária Oeste mediu 15 milímetros na estação instalada na sede da instituição, na saída para Caarapó, na região sul da cidade. A chuva foi mais intensa nas áreas central e norte, portanto o volume representa apenas o ponto onde o equipamento está localizado. Em Naviraí, o acumulado chegou a 20 milímetros.

Até o fim da noite, não havia registro de granizo, vendaval, estragos ou ocorrências relacionadas à chuva em Dourados. A água continuava caindo com força em diferentes bairros. Em Naviraí, apesar da chuva intensa e da atividade elétrica, também não havia informação sobre danos.

Acumulado e alerta

A precipitação elevou para perto de 70 milímetros o acumulado de setembro em Dourados. Nos primeiros 11 dias do mês, o volume correspondia a cerca de 72% da média de 97 milímetros esperada para todo o período. Ainda faltavam 19 dias para o fim de setembro.

A chuva desta noite ocorreu após a instabilidade registrada na madrugada de quinta-feira (10). Na ocasião, a estação do Inmet marcou 20,6 milímetros e rajadas de até 69,4 km/h em Dourados.

O alerta vermelho abrangia Dourados, Naviraí e outros municípios do sul de Mato Grosso do Sul. O aviso previa acumulados que poderiam passar de 60 milímetros em uma hora ou superar 100 milímetros no dia, além de rajadas acima de 100 km/h e possibilidade de granizo. A classificação indica grande perigo de alagamentos, quedas de árvores, interrupções de energia e danos em imóveis.

O Inmet informou que a instabilidade estava ligada à formação de um ciclone extratropical entre o nordeste do Rio Grande do Sul e o Oceano Atlântico.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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