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Chuva forte acumula 138,2 mm e provoca estragos em cidades de Mato Grosso do Sul

Corumbá teve o maior volume de chuva; Ivinhema registrou vento de 89,6 km/h e danos em ruas, árvores e placas.

Chuva forte acumula 138,2 mm e provoca estragos em cidades de Mato Grosso do Sul

Corumbá registrou o maior volume de chuva de Mato Grosso do Sul nas últimas 24 horas, com acumulado de 138,2 milímetros. A medição foi feita pelo Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) e atualizada até as 7h50 desta segunda-feira (5).

O maior registro ocorreu na Fazenda São Cândido, na região do Nabileque. Também foram registrados volumes elevados em Bonito, com 108,8 mm, e Aquidauana, com 88,2 mm. Na área urbana de Corumbá, o acumulado chegou a 77,4 mm.

A chuva ocorreu no domingo (4), durante o dia de eleições. Em Campo Grande, foram 64,2 mm, e a precipitação persistiu durante praticamente todo o período de votação. O tempo fechado, os pontos de alagamento e os transtornos no trânsito afetaram o deslocamento de eleitores até os locais de votação.

Rajadas e danos

Além da chuva intensa, várias cidades tiveram ventos fortes. O levantamento do Cemtec foi elaborado com dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

A maior rajada foi registrada em Ivinhema, onde o vento chegou a 89,6 km/h. No Bairro Piravevê, uma cratera de grandes proporções se abriu no asfalto. A cidade também teve quedas de árvores e placas.

Bataguassu registrou ventos de 87,1 km/h. Em Alcinópolis e Inocência, a velocidade chegou a 82,8 km/h. Já em Campo Grande, as rajadas alcançaram 65,5 km/h.

Os dados reunidos pelo Cemtec consideram as medições realizadas até a manhã desta segunda-feira. O levantamento inclui os volumes de chuva e as velocidades do vento observados nas cidades sul-mato-grossenses atingidas pelo temporal.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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