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Adolescente baleado em Nova Casa Verde tem morte cerebral e doa órgãos

Família autorizou a doação de coração, fígado, rim e córneas após confirmação do protocolo de morte encefálica.

Adolescente baleado em Nova Casa Verde tem morte cerebral e doa órgãos

O adolescente de 14 anos baleado na cabeça durante um ataque em Nova Casa Verde, distrito de Nova Andradina, teve a morte cerebral confirmada. A família autorizou a doação dos órgãos, e a captação foi feita nesta quinta-feira (24), em um hospital particular de Dourados.

O protocolo de morte encefálica foi concluído na quarta-feira (23). Foram retirados o coração, o fígado, um rim e as córneas. O adolescente estava internado desde a noite do último sábado (19), quando foi encontrado ferido dentro da casa onde outras três pessoas foram mortas.

Ele foi localizado sobre uma cama, em um dos quartos, com um ferimento causado por disparo na cabeça. O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros atendimentos, controlou o sangramento e encaminhou o jovem, em estado grave, para atendimento médico.

Com a morte do adolescente, o número de vítimas fatais do ataque chegou a quatro. As outras vítimas — duas mulheres e um homem — foram encontradas dentro da residência com ferimentos de tiros.

Investigação

Quatro pessoas foram presas no dia seguinte ao crime. A Polícia Civil investiga a hipótese de que o ataque tenha sido ordenado pelo Comando Vermelho durante uma chamada de vídeo com a câmera desligada. Os depoimentos reunidos no inquérito indicam que os envolvidos teriam recebido funções diferentes na execução.

Entre os presos está Bruno Gabriel Nunes Rocha, de 19 anos. Ele é apontado como o responsável por pilotar a motocicleta usada para levar o atirador e a arma até o imóvel. A Força Tática o localizou na MS-134 com um revólver calibre .38, carregado com quatro munições, sendo duas deflagradas.

O outro homem que estava na motocicleta fugiu pela vegetação. Conhecido como “Pit Bull”, ele é apontado nos depoimentos como participante da execução e continua sendo procurado.

A Polícia Civil também apura se o crime foi motivado por vingança pela morte de um integrante do Comando Vermelho conhecido como “Filipinho”, assassinado dias antes. Essa informação aparece no relato de um dos suspeitos e ainda é investigada.

Na residência de Karina Aparecida Chuba, foram encontrados 15 gramas de cocaína e 11 munições calibre .38. Ela e Bruno também responderão por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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