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Dólar recua para R$ 5,0857, e Ibovespa avança 1,20%

Mercados acompanharam a alta do petróleo e aguardam novos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos.

Dólar recua para R$ 5,0857, e Ibovespa avança 1,20%
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O dólar comercial terminou esta terça-feira (8) em baixa de 0,86%, cotado a R$ 5,0857. No mesmo pregão, o Ibovespa subiu 1,20% e fechou aos 187.367 pontos, em um cenário de valorização do petróleo e expectativa por indicadores de inflação no Brasil e nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana acumula recuo de 0,86% na semana, 1,81% em setembro e 7,34% desde o início do ano. O principal índice da Bolsa brasileira registra alta de 1,20% na semana, 5,65% no mês e 16,29% em 2026.

Petróleo e tensões no Oriente Médio

Os contratos de petróleo avançaram após ataques contra cidades e estruturas de energia da Arábia Saudita. Autoridades sauditas informaram que a ofensiva deixou ao menos 73 feridos e provocou uma interrupção temporária nas atividades de instalações do setor.

O Brent, referência internacional, teve alta de 0,92% e encerrou o dia a US$ 97,92 por barril. O WTI, negociado nos Estados Unidos, subiu 1,71%, para US$ 93,03. A cotação da commodity atingiu o maior nível em seis semanas em meio ao aumento das tensões na região.

Além da inflação brasileira e americana, os investidores esperam a decisão de política monetária do BCE (Banco Central Europeu). Os próximos indicadores podem influenciar as projeções para os juros nos dois países.

Bolsas no exterior

Nos Estados Unidos, o Dow Jones caiu 1,16%, o S&P 500 recuou 0,58% e o Nasdaq Composite perdeu 0,31%.

Na Europa, o STOXX 600 baixou 0,05%, enquanto o DAX, da Alemanha, não variou. O CAC-40, da França, avançou 0,14%, e o FTSE 100, do Reino Unido, teve queda de 0,10%.

Na Ásia, o índice de Xangai ganhou 0,2%, mas o CSI300 caiu 0,36%, o Hang Seng recuou 0,38%, o Nikkei perdeu 1,70% e o Kospi diminuiu 0,58%.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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