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R$ 5,65 bilhões continuam disponíveis para resgate em bancos

Banco Central informa que 69,45% dos beneficiários têm até R$ 10 para receber; consulta é gratuita pelo SVR.

R$ 5,65 bilhões continuam disponíveis para resgate em bancos
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Banco Central informou nesta terça-feira (8) que ainda há R$ 5,65 bilhões disponíveis para brasileiros e empresas resgatarem em bancos e outras instituições financeiras. O saldo, referente a julho, aumentou em comparação com os R$ 5,12 bilhões registrados em junho. A consulta é gratuita e pode ser feita pelo Sistema de Valores a Receber (SVR).

Do total, R$ 4,25 bilhões pertencem a 23,57 milhões de pessoas físicas. As empresas têm aproximadamente R$ 1,4 bilhão a receber, distribuído entre cerca de 2,19 milhões de CNPJs. O levantamento considera valores mantidos em bancos, administradoras de consórcios, cooperativas, instituições de pagamento, financeiras, corretoras e distribuidoras.

A maior parte dos beneficiários tem quantias pequenas. De acordo com o Banco Central, 69,45% possuem entre R$ 0,01 e R$ 10. Outros 18,97% têm valores de R$ 10,01 a R$ 100, e 9,35% podem retirar entre R$ 100,01 e R$ 1 mil. Apenas 2,22% têm mais de R$ 1 mil.

Os recursos podem estar relacionados a contas encerradas com saldo, tarifas cobradas indevidamente, consórcios finalizados e cotas de cooperativas de crédito. Os bancos concentram R$ 2,38 bilhões. As administradoras de consórcios somam R$ 1,96 bilhão, enquanto as cooperativas reúnem R$ 762,7 milhões. Instituições de pagamento têm R$ 353,4 milhões; financeiras, R$ 114,6 milhões; e corretoras e distribuidoras, R$ 69,4 milhões.

Como consultar e receber

Desde a criação do sistema, mais de R$ 16 bilhões foram devolvidos aos titulares. Até julho, cerca de R$ 11,9 bilhões foram pagos a pessoas físicas e R$ 4,2 bilhões, a empresas. Em julho, os resgates chegaram a aproximadamente R$ 323 milhões. Considerando os pagamentos e o saldo ainda disponível, o Banco Central identificou aproximadamente R$ 21,8 bilhões desde o início do programa.

Para consultar, pessoas físicas devem informar CPF e data de nascimento. Empresas precisam fornecer o CNPJ e os demais dados solicitados. Havendo valor disponível, é necessário acessar o serviço com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro. O sistema mostra a quantia, a instituição responsável e as formas de devolução. Quando disponível, o pagamento pode ser feito por Pix.

Quem não tem Pix deve procurar a instituição indicada para combinar outra forma de recebimento. Desde maio de 2025, pessoas físicas podem ativar a devolução automática, desde que tenham conta Gov.br prata ou ouro, verificação em duas etapas e chave Pix vinculada ao CPF.

Também é possível consultar valores deixados por pessoas que morreram. O procedimento pode ser realizado por herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal, conforme as exigências do Banco Central. A autoridade reforça que o serviço é gratuito e não cobra taxa para liberar os valores.

Texto produzido pela Redação Casa com Ideia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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